Patronagem - Atual

David Gevaerd Filho - Patrão |
Patrão - David Gevaerd Filho (David) |
1 º Capataz - Maurílio Antonio da Silva |
2 º Capataz - Aci Edisson Souza |
1 º Sota Capataz - Marco Aurélio Soar |
2 º Sota Capataz - Ricardo José da Silva |
1 º Agregado Social - Marcos Antônio Silveira |
2 º Agregado Social - Orestes Gastão Santos Araujo |
1 º Agregado de Patrimônio - Adelmo Roque Bervian |
2 º Agregado de Patrimônio - Jorge Alberto da Silva |
Patrão de Honra - Dr. Armando Taranto Junior |
Diretora da Artística - |
Danubia Kulba da Silva
Adriano Brasil da Silva Matos |
Diretor Jurídico - Dr. Marco Aurélio Soar |
Xiru das Falas - Osmar Herculano Pereira |
Diretor Cultural - Marcos Antônio Silveira |
Diretor das Cavalariças - |
Paulo Gonçalves Dias
Aviton Reis das Silva
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Diretor Campeiro - Marcelo Arlindo Martins |
Diretora de Peões e Prendas - Fátima Costa |
Relações Públicas |
Conselho de Vaqueanos
Patronagem - História
| 1972-1974 |
Patrão Valmor Schmidt |
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Entusiasmo não faltava ao primeiro patrão do CTG Os Praianos: com o apoio de todos, assumia decidido a concluir as obras iniciadas e a fazer o tão desejado rodeio. “Era tudo muito difícil”, ele depõe hoje, “todo mundo precisou pegar junto, colaborando com trabalho e financeiramente”. Destaca com carinho o empenho de todos que contribuíram para que em quase dois anos de trabalho fosse possível deixar pronto o parque para o Primeiro Rodeio Oficial do CTG. Era novembro de 1972. |
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| 1974-1976 |
Patrão Valmor Rosar (Tio Môca) |
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Apesar de sua grande ligação com animais, pois seu pai possuía gado e ele depois veio a criar cavalos da raça crioula, Tio Môca não montava e não laçava. Um problema no ouvido o impedia dessa prática, mas nem por isso deixou de estar plenamente integrado com a Invernada Campeira. Na gestão de Rosar foram realizados dois rodeios, ambos muito animados tando nas competições campeiras como na artística. |
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| 1976-1978 |
Patrão Joaquim Goulart |
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O empresário Joaquim Goulart, natural de Santo Amaro da Imperatriz, colaborador novo do grupo pioneiro dos doze fundadores, se colocou cedo a disposição para trabalhar com o grupo, a tal ponto que aceitou a responsabilidade de ser Patrão. “Ele estava sempre no CTG, tanto nos rodeios como nos fandangos. Tomou gosto pela Tradição. Ele foi lá uma vez e não largou mais”, conta o filho Pedro Goulart. |
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| 1978-1980 |
Patrão Artur Albanaz |
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A patronagem liderada por Artur Albanaz salienta-se desde logo por uma iniciativa fundamental: nela é que ocorreu a elaboração e registro dos estatutos da entidade. Outro destaque deve-se a compra de uma outra área para a localização da sede, pois o proprietário onde ela se encontrava havia recebido uma proposta de compra do BNH. |
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| 1980-1982 |
Patrão Valdir Manoel dos Santos (Vadica) |
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De temperamento alegre e cativante, e ao mesmo tempo um trabalhador incansável, Vadica deixou sua marca na atual sede do CTG, construindo o Galpão2. Fez uma boa administração. Todos lamentam o seu prematuro falecimento. |
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| 1983 |
Patrão João José Acácio de Souza |
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O tradicionalista e empresário João José Acácio de Souza fez parte do quador de 50 adquirentes de títulos da nova área do CTG. Começou a freqüentar Os Praianos em 1978. No seu curto período de Patrão, guarda com alegria a lembrança das vitórias, mas guarda também a lembrança das dificuldades. Entre essas, os alagamentos que ocorriam no atual terreno do CTG. “Se a gente não se cuidasse, o barro entrava pelo cano da bota, tão grande era o lodo”, diz ele. Foi preciso colocar centenas de carretas de aterro no atual Parque dos Praianos. |
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| 1983-1984 |
Patrão Maurílio Albanaz |
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O então capataz Maurílio Albanaz foi escolhido para cumprir os 19 meses restantes do mandato de João José Acácio de Souza. Foi durante a patronagem dele que o CTG conseguiu montar a sua primeira invernada de danças. Sua filha Morgana Albanaz foi a primeira Prenda eleita do CTG e toda a família teve uma participação muito ativa em sua gestão, bem como em outras. |
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| 1984-1986 |
Patrão Andrino Manoel dos Santos |
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Seguindo a marca empreendedora de seus antecessores, o Patrão Andrino deixou obras significativas no parque dos Praianos. Uma das mais aplaudidas foi a colocação da cabina dos narradores dos rodeios sobre o brete. A outra novidade foi a colocação, na entrada da cancha, de palanque para segurar os cavalos a serem montados pelos ginetes. |
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| 1986-1987 |
Patrão Artur Albanaz |
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O sócio Artur Albanez voltou a ser eleito patrão do CTG, mas enfrentou um período conturbado e problemático, tanto que acabou por renunciar. |
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| 1987-1989 |
Patrão Jacob Momm Filho |
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Com a renúncia de Albanaz, um grupo de sócios e ex-patrões procuraram Dr. Jacob e pediram-lhe que assumisse o cargo. Ele se dispôs a isso após ter a garantia de que todos iriam ajudá-lo durante a patronagem. Foi um período muito produtivo, houve uma série de novidades nas promoções e na administração tradicionalista do CTG. Foi introduzido o computador. A volta da invernada artística, a construção de um palco na entrada do parque, banheiros, caixa d’água, a arena para touradas, a iluminação da cancha de laço e muitas outras. |
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| 1989-1991 |
Patrão Joci Alcides dos Santos |
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Imprimiu à sua patronagem o estilo de gestão/empresa. Muitas foram as realizações. Entre elas, a compra de mais 16 mil metros de terreno, o aterramento dessa área com 6.000 cargas de barro, a ampliação da rede de água e luz e a construção do segundo galpão das baias da Invernada Campeira. Mas seu grande feito para a Tradição foi, sem dúvida, a promoção do 1º Rodeio Internacional, em 1991. |
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| 1991-1993 |
Patrão José Luiz Mendes |
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Um obstinado como poucos pelos temas da Tradição. Seu mote de conduta, lembra ele em depoimento, era o seguinte: “O CTG é para fomentar a Tradição e não para ganhar dinheiro, para obter lucros financeiros”. José Luiz garante que o seu período de patronagem foi aquele em que houve mais citação dos Praianos no rádio, na TV e nos jornais. Ele acreditava que para que o culto à Tradição prosperasse e se firmasse, era importante o uso da mídia. |
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| 1993-1995 |
Patrão Oscar Giaretta |
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Foi ele que, na gestão de Zé Luiz, graças às boas relações que mantinha em Brasília e São Paulo, conseguiu a adesão de uma marca nacional, a VASP, para patrocinar o 2º Rodeio Internacional. O gesto da VASP teve certamente grande influência no apoio que outras empresas vieram a dar também ao já consolidado rodeio do CTG Os Praianos. |
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| 1995-1997 |
Patrão Décio Giacomelli |
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Em 1995 quando iniciou seu primeiro mandato, Décio afirma, com modéstia, que pouco entende de Tradição, mas não esconde o orgulho de ter trabalhado muito na estruturação do CTG e na sua renovação, tanto na área administrativa quanto nas benfeitorias. Os dois rodeios realizados na 1ª gestão tiveram ótimos resultados, possibilitando a estabilização financeira do CTG. |
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| 1997-1999 |
Patrão Armando Taranto Jr. |
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Taranto estabeleceu desde logo uma meta em sua linha de ação: a valorização da família do associado, o envolvimento de todos com o CTG. Buscou também o reconhecimento dos ex-patrões e apoiou a cultura – o primeiro lançamento de livro nas dependências do CTG deu-se nessa época (a coletânea de poemas Homenagem Campeira, de Ilário Arent). Na Invernada Artística sua esposa Regina Lúcia teve uma atuação brilhante, do melhor nível, prova disto foi a conquista de dois carros zero km por ter sido campeão em todo o evento no Rodeio Internacional de Vacaria. |
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| 1999-2001 |
Patrão Décio Giacomelli |
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Depois do belo trabalho realizado em 95-97 como patrão, Décio volta para mais dois anos de patronagem com o apoio integral do Conselho de Vaqueanos para consolidar assim o fim de um milênio e o começo de um novo. Fixou como meta principal a execução de obras que oferecessem uma melhor estrutura aos associados e aos visitantes dos fandangos e dos rodeios. |
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| 2001-2003 |
Patrão Luiz Adauto Costa |
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Em dezembro de 2001, sucedendo a gestão de Décio Giacomelli, assume as rédeas do CTG uma nova equipe, comandada pelo tradicionalista Luiz Adauto Costa.
No dia 26 de janeiro o CTG Os Praianos foi campeão em Vacaria-RS, na modalidade laço dupla.
Objetivando documentar a verdadeira história da entidade tradicionalista, a patronagem produziu um livro resgatando a história e um CD musical alusivo aos 30 anos de tradição do CTG Os Praianos, lançado durante o 30º Rodeio Nacional.
Em 10 de junho de 2002, o CTG Os Praianos foi homenageado com uma sessão solene na Assembléia Legislativa do Estado de Santa Catarina, por muito bem representar e difundir a tradição gaúcha. A solenidade aconteceu durante a comemoração dos 30 anos de culto às origens e a cultura gauchesca.
No mês de setembro de 2002, pela primeira vez na história, o CTG Os Praianos comemora no seu parque a Semana Farroupilha. Marcou esta comemoração a colocação de um marco na história da entidade e da tradição gaúcho. Uma pedra de três toneladas com uma placa encravada foi colocada na praça José Nilton Moraes, no bairro Kobrasol, simbolizando o local onde acontece o primeiro rodeio organizado no Brasil.
Atendendo aos anseios da invernada campeira e procurando também dar maior visibilidade à entidade, a patronagem adquiriu um novo caminhão Mercedes-Benz, modelo 1218, que tem capacidade para transportar até dezoito cavalos.
Antecedendo a realização do 7º Rodeio Internacional, aconteceu a maior cavalgada de lançamento de um rodeio no CTG Os Praianos. O evento contou com mais de 1.600 cavaleiros. Na ocasião, o astro Beto Carrero fez questão de estar presente com seu cavalo Faísca.
De 25 de abril á 04 de maio de 2003, durante o 7º Rodeio Internacional, aconteceu o primeiro rodeio 24 horas do Brasil. Durante o evento cerca de 120 mil pessoas visitaram o parque do CTG Os Praianos.
Em comemoração aos 30 anos do grupo musical Garotos de Ouro, foi realizado no parque do CTG, entre os dias 15 e 19 de outubro, o primeiro Rodeio de Ouro. O evento foi realizado pelos Garotos de Ouro, com apoio cultural do CTG Os Praianos.
Com a intenção de organizar, valorizar e incentivar as conquistas, foi criado um espaço para que fossem devidamente expostas as vitórias, uma vez que o CTG detém o título de maior conquistador de troféus. A entidade contabiliza cerca de 5 mil vitórias, em 31 anos de existência.
Foi construído um galpão campeiro com 80 metro quadrados, onde os critérios da rusticidade foram aplicados para que este ambiente traga em sua essência mais legítimas características campeiras. |
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| 2003-2005 |
Patrão Marcos Lohn |
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Jovem , com muita vontade de realizar e apoiado por uma equipe com o mesmo ideal, Marcos Vidal Lohn também deixou suas marcas como patrão do CTG Os Praianos. Na sua gestão, foram edificadas diversas obras, dentre as quais podemos ressaltar algumas de extrema importância, como a reestruturação e revitalização do nosso parque de eventos, com enfase ao alargamento e melhoramento das ruas que em muito melhorou o conforto, a logistica, acesso e circulação no parque; a construção do Galpão Valmor Schmidt e a cessão de direitos em Comodato aos sócios interessados e assim a construção do Galpão de Garagens para "reboques". Foi criado o Kit Rodeio (camisa alusiva e credencial de acesso aos veículos) para cada sócios do CTG. Outra grande novidade, foi a sugestão e aprovação de emenda na reformulação do Estatuto Social, cuja aprovação também se deu nessa Patronagem, que em seu conteúdo traz a obrigatoriedade de Provisão de caixa mínimo a gestão futura para que a mesma possa iniciar seus trabalhos. Também, como fato inédito, fez cumprir o Estatuto Social no tocante a representatividade do CTG Os Praianos em eventos Tradicionalistas, onde é restrita aos seus sócios. Como objetivo maior de sua gestão, apregoou e fez valer a valorização do quadro Associativo e a priorização à integração e amizade com outras entidades Tradicionalistas, bem como a divulgação e participação do CTG em rodeios por todo o Brasil. Outro grande feito foi a realização do 8º Rodeio Internacional com extrema dedicação e organização tendo diversas atrações e o reconhecimento do grande público presente. |
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| 2005 - 2009 |
Patrão Almir Valério da Silva (Mirinho) |
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Em continuidade da história do CTG Os Praianos, o patrão Mirinho e sua equipe assumem a gestão administrativa pela primeira vez em votação direta pelo associado, tanto no primeiro mandato, quanto na sua reeleição. Este que foi um marco democrático no CTG. O patrão Mirinho foi participante direto e indireto de todos os Rodeios já promovidos durante os 37 anos do CTG Os Praianos, bem como grande parte dos integrantes da sua patronagem também presenciaram todas as edições.<br>
Durante a sua patronagem buscou-se transmitir maior transparência na prestação de contas aos seus associados, uma vez que todas foram auditadas.<br>
Com muita ênfase, foi realizado o XVI Sarau da Prenda Jovem, onde as jovens foram apresentadas a sociedade tradicionalista em uma noite inesquecível para toda família praiana. Além deste, foram realizados os tradicionais fandangos (bailes somente pilchados), os quais resgatam a nossa cultura gaúcha. Também foi promovido o 1º Boi no Rolete com êxito, e criada a Festa Praiana com grande sucesso nas suas duas edições. Também foi construído o site do CTG Os Praianos para informar e divulgar a entidade para todos os tradicionalistas e o público em geral, através do site o Rodeio foi transmitido em tempo real pela primeira vez. As festividades das passagens de aniversário do CTG foram comemoradas com jantares, o que propiciou uma maior aproximação entre os sócios, patronagem e conselheiros, ou seja, as confraternizações de aniversário integraram a querida família praiana nesta gestão, além disto, nestes jantares foram homenageados os destaques em Rodeios, assim valorizando os nossos campeões. Nesta patronagem também foi realizado pela primeira vez no CTG Os Praianos, uma etapa do Festival Nacional da Cultura Gaúcha, este que elevou o nível cultural do Rodeio.<br>
Em continuidade das homenagens aos ex-patrões, os mesmos foram enaltecidos com diversas obras: Reforma da Sala Campeira Joaquim Goulart; Conclusão do Redondel Valmor Rosar; Ampliação e Reforma do Salão Crioulo Valdir Manoel dos Santos; Nomeação da Cancha de Laço Artur Adelino Albanaz. Além dessas obras, também foi construído o Galpão Multi-eventos Dr. Jacob Monn Filho, uma grande área coberta que proporciona maior comodidade e conforto aos associados e visitantes do CTG Os Praianos, como também viabiliza a realização de grandes eventos. Nesta gestão também foi construída a nova casa de Narração João José Acácio de Souza e também a bilheteria, esta que dá melhores condições para venda de ingressos durante o Rodeio e demais eventos.<br>
Diante das ações promovidas pela patronagem de Mirinho, é visto que as dependências do parque passaram por uma grande revitalização e que a chama da tradição gaúcha permaneceu acesa à todo momento. Pois, durante o período de 2005 à 2009 o patrão Mirinho e sua equipe estiveram empenhados na melhora da estrutura e na promoção de eventos tradicionalistas, sempre com o intuito de receber à todos com maior comodidade e unir os associados em prol da cultura gaúcha. |
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Agosto / 2010 |
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